Nos últimos anos, a comunicação política passou por uma transformação radical.
Campanhas eleitorais deixaram de depender apenas de comícios, televisão e rádio. Hoje, redes sociais, influenciadores e algoritmos desempenham papel central na formação da opinião pública.
Diante dessa realidade, o Tribunal Superior Eleitoral estabeleceu limites importantes para a propaganda eleitoral digital.
Entre eles, está a proibição de pagamento a influenciadores digitais para publicação de conteúdo político-eleitoral em seus perfis.
A medida busca evitar que propaganda eleitoral seja disfarçada de opinião pessoal, prática que pode comprometer a transparência do debate público.
Além disso, a Justiça Eleitoral determinou que plataformas e empresas de tecnologia adotem mecanismos de compliance e canais de denúncia para campanhas e partidos.
Essas regras refletem uma preocupação crescente: garantir que o ambiente digital não distorça a igualdade de oportunidades entre candidatos.